Se eu, como accionista do BPI, visse o Fernando Ulrich a pagar com o dinheiro do banco um bem por mais cento e quatro milhões de euros do que o seu valor real e depois o inscrevesse nos resultados pelo valor pago e não pelo valor real, acharia que havia vigarice da grossa. Além disso consideraria que existia manipulação de resultados e uma claríssima fraude. Teria legítimas razões para ficar indignado por ter sido roubado descaradamente e ainda mais por me tomarem por parvo.
O leitor, como dono da Caixa Geral de Depósitos, como se sente face ao mesmo comportamento da actual gestão de Faria de Oliveira?
Quantos mais casos haverá na Caixa?
Qual a real situação da Caixa? Isto depois de dezenas de anos de gestões de criaturas, às quais não confiaria a minha carteira, sem grande currículo mas muitos amigalhaços na política. A não ser que ter andado a roçar o traseiro pelo parlamento, pelas secretarias de Estado e alguns ministérios seja qualificação para ser gestor de um grande banco.
O leitor, como dono da Caixa Geral de Depósitos, como se sente face ao mesmo comportamento da actual gestão de Faria de Oliveira?
Quantos mais casos haverá na Caixa?
Qual a real situação da Caixa? Isto depois de dezenas de anos de gestões de criaturas, às quais não confiaria a minha carteira, sem grande currículo mas muitos amigalhaços na política. A não ser que ter andado a roçar o traseiro pelo parlamento, pelas secretarias de Estado e alguns ministérios seja qualificação para ser gestor de um grande banco.