Não percebo como António Pinho Vargas deixou que a sua belíssima música fosse usada no texto medianíssimo deste "Um Outro Fim" e, pior, a ópera fosse entregue a um grupo de garotos com pretensões post modernas (será que eles sabem?) cuja encenação foi o pior de tudo.
Salvaram-se cantores dignos e profissionais e a pequena orquestra com direcção de Cesário Costa.
A nova Ópera de Pinho Vargas merecia mesmo outro fim.
Salvaram-se cantores dignos e profissionais e a pequena orquestra com direcção de Cesário Costa.
A nova Ópera de Pinho Vargas merecia mesmo outro fim.