Porque será que quando os fagotes se juntavam ao naipe dos violoncelos, em passagens que tinham sido abordadas anteriormente apenas por este último naipe, a coisa soava muito menos trapalhona e mais afirmativa? Será que estão os doze violoncelos previstos na partitura no buraco da orquestra? Não creio.
É das poucas vezes que tenho ouvido este naipe em franco desequilíbrio na OSP, desafinações, entradas a medo, passagens muito pouco claras, num naipe que tem de ser de uma segurança notável para transmitir os trechos de sonho que Wagner escreveu como o leitmotiv do amor trágico, por exemplo. Uma situação rara num naipe que costuma ser um dos pontos fortes da orquestra.
Apenas nos solos, e não sei quem os fez porque não consegui ver, o violoncelo foi poético e encantou.
Os contrabaixos mal se ouviam, onde estavam? Quantos eram?
Nota excepcional para o clarinete baixo e os fagotes.
Deixo aqui este ponto que me deixou perplexo, estou como o outro, são coisas da vida.
É das poucas vezes que tenho ouvido este naipe em franco desequilíbrio na OSP, desafinações, entradas a medo, passagens muito pouco claras, num naipe que tem de ser de uma segurança notável para transmitir os trechos de sonho que Wagner escreveu como o leitmotiv do amor trágico, por exemplo. Uma situação rara num naipe que costuma ser um dos pontos fortes da orquestra.
Apenas nos solos, e não sei quem os fez porque não consegui ver, o violoncelo foi poético e encantou.
Os contrabaixos mal se ouviam, onde estavam? Quantos eram?
Nota excepcional para o clarinete baixo e os fagotes.
Deixo aqui este ponto que me deixou perplexo, estou como o outro, são coisas da vida.