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4.8.04

João Miranda e o simplismo do costume 

Leio o habitual simplismo de raciocício de Miranda em Blasfémias.
Comento. O Zé (Povinho) não é manipulado duas vezes, a pretensa manipulação de Moore é apenas uma forma, irónica e divertida, de desmacarar o George. É óbvia, e esse lado óbvio é bastante mais inteligente que a política à la administração Bush.

Segundo ponto, Bush é tão estúpido que não manipula ninguém, a manipulação vem da sua própria entourage, Bush é apenas um mau papagaio. Mas uma entourage que usa Bush como papagaio também não pode ser muito inteligente.

Quando tenho num lado da balança um dos governantes mais imbecis e incultos do planeta e do outro um cineasta com sentido de humor, claro que nem sequer penso duas vezes. Nem concordo nem discordo, apenas me rio. Moore diverte-me, tal como me diverte João Miranda e Bush. O problema com Bush é que tem o pau na mão e isso tem sido trágico para muitos que não se podem rir.

Falta ainda a explicação de João Miranda sobre a forma fantástica de o liberalismo económico lidar com o ambiente. Como é que o liberalismo me pode dar amanhã um mundo menos poluído e mais saudável para todos os habitantes da terra? Sem intervenção governamental, que afinal é apenas uma emanação da vontade democrática das nações. Uma explicação que espero desde o saudoso Liberdade de Expressão, continuo sem resposta.




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