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13.4.04

Tristão e Isolda em Roma 

Tristão e Isolde regressou a Roma numa actuação de grande sucesso pelas mãos da Orquestra da Academia e Santa Cecília dirigida por Myung-Whun Chung. Esta versão de concerto não foi dirigida para um público de vulgares ouvintes, mas para um público de entendidos que não podiam prescindir da qualidade da actuação. Assim sendo, a resposta dos artistas foi majestosa; o soprano lituano Violeta Urmana o baixo Finlandês Matti Salminen e o Tristão dinamarquês Stig Andersen estiveram a níveis excepcionais. Ouvimos também uns óptimos Lioba Braun e Alan Titus nos papéis secundários. A orquestra tocou aos níveis que lhe competem, sendo esta possivelmente a melhor orquestra sinfónica italiana com um recente passado de Maestros Titulares tais como Leonard Bernstein, Carlo Maria Giulini, Giuseppe Sinopoli e agora Myung-Whun Chung. Momentos de enorme fascínio como por exemplo o célebre dueto do segundo acto e os arrepiantes momentos do terceiro que deixaram o público quase aniquilado pela força e beleza do som produzido, aumentado pela enorme qualidade acústica do fenomenal, e novo, Auditório de Roma.

M.P.

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