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14.2.04

A não perder 

Quem gosta de Maria Cristina Kiehr deve ler esta entrevista.

Pinho Vargas lançou disco da ópera Dias Levantados.


Brendel recebe mais um prémio, talvez possa comprar uns comprimidos para a garganta para não grunhir tanto nos seus concertos.
Nota- O título do pequeno artigo é também muito giro: "Brendel ou o pianista que toca, lê, pensa e escreve" faltava dizer "e diz mamã e papá". No texto afirma-se que Brendel é originário do norte da Morávia e que é de origem austríaca, o que é uma pequena contradição mal explicada, a Morávia fica no lesta da República Checa, perto da Silésia polaca, o norte da Morávia fica a umas centenas de quilómetros da fronteira da Áustria. O que deveria ser dito é que Brendel é originário da Morávia e de uma família que falava alemão, uma vez que esta região era parte do Império Habsburg. Aliás toda a gente falava alemão nas cidades da Morávia, só depois de 1945 é que o alemão se foi reduzindo, muita gente de idade ainda fala perfeitamente esta língua na região, é interessante perceber que existem (existiram) ilhas alemãs muito para leste da região claramente checa da Boémia, a própria Silésia, um pouco mais ao norte da Morávia, era uma região de língua alemã. Percebe-se facilmente que o jornalista que alinhou estas linhas não percebe muito da poda, é preciso mais cultura nos jornalistas que estão nas secções culturais. Ou mais pesquisa...

Bernado Mariano critica Vengerov, com pouco sentido crítico, aliás habitual, mas com discernimento, o que também é habitual. Sem pegar o touro Ferdinand pelos cornos e sem chamar o boi pelo nome acabou por dizer que houve Vengerov a mais e, já agora, Bach, Brahms e piano a menos.


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