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16.12.03

Sai finalmente a crítica de Bernardo Mariano 

Quando se passaram umas semanas sobre os primeiros concertos, sendo o último na sexta feira passada, sai a crítica de Bernardo Mariano no Diário de Notícias ao Tristão e Isolda de Wagner.
A ópera de Hindemith "Notícias do Dia" é também criticada nesta edição.
Bernardo Mariano faz também o obituário de Hotter.
O Teatro La Fenice é citado a propósito da sua reabertura.
Nota-se no DN uma política editorial estranhíssima de juntar na mesma edição todas as notícias sobre música, quer sejam actuais ou estejam requentadas! Demonstração: A crítica à ópera de Hindemith sai depois desta sair de cena, onde esteve bastantes dias e recomenda que se vá assistir à mesma! Os textos do crítico do DN, entregues certamente antes, nem sequer são sujeitos a revisão.
Parece que estamos a ler o diário de notícias (em minúsculas) de há duas semanas atrás, fui confirmar, não, 16 de Dezembro, afinal era mesmo o jornal de hoje!

Sobre o Tristan estamos conversados, Bernardo Mariano não acrescenta nada a este blog. Discordo da observação sobre os fortíssimos de Gambill. A sala é má, amortece violentamente o som. Gambill é brilhante nos agudos, metálico, poderoso. Apenas não tem a pujança de um Jon Vickers, mas é perfeitamente aceitável em termos de potência. Já o ouvi noutras salas, penso que tem uma emissão suficientemente poderosa para qualquer obra de Wagner.

Imagino um barítono mediano a fazer o Wotan na culturgest, seria terrível, não se ouviria nada com a orquestra em palco por detrás. É terível para os cantores ter uma orquestra wagneriana sem estar no fosso ou sem ter o tecto acústico de Bayreuth, por exemplo. Felizmente os tenores conseguem penetrar um pouco melhor na massa.

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