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1.11.03

O barato e o gratuito 

Gostava que o Aviz explicasse como funciona a dessacralização de um espaço como o Panteão e cito "(onde nunca fui, de resto, como qualquer português, aliás). De facto, o livro tem mais a ver com o Panteão do que o inverso: imagino Harry Potter percorrendo aquelas naves (terá naves?), escondendo-se atrás daquelas colunas (sim, parece que tem colunas), tremendo à lembrança daqueles nobres portugueses".
O que Aviz pensa e adopta para si próprio é-me completamente indiferente, o que pretende que uma comunidade adopte relativamente ao local sagrado não me é indiferente. Tal como não me é indiferente o meter-me, como português que sou, no mesmo saco dele próprio.
Pergunto a Francisco José Viegas se gostaria de ver o mesmo espectáculo que se passou no Panteão junto ao Muro das Lamentações? Claro que esse lugar a mim não me diz muito, mas também não preciso de ser gratuitamente ofensivo para quem ama esse local simbólico. Pergunto ainda como obteve a informação de que eu nunca fui ao Panteão Nacional?


CM

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