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7.11.03

A Espanha não me fascina nada e Saramago ainda menos 

A propósito da Glória Fácil, que dá argumentos para a separação ibérica:

Em prol da união ibérica
Dando continuidade ao fascínio por Espanha, aqui vai mais uma notinha: as estações de metro de Barcelona têm, desde Julho último, máquinas automáticas de vendas de livros. São similares àquelas que vendem chocolates e bebidas e no seu interior estão dispostos produtos igualmente “comestíveis”.
Os livros de bolso custam 2 ou 3 euros e, enquanto se aguarda o metropolitano, podem escolher-se títulos de Vargas Llosa, Michael Connelly, Anne Rice, Mário Puzo, Lou Marinoff, Arthur Golden ou Perez Reverte. Ah, também lá está o Saramago com “Ensaio sobre a Cegueira” e “A Caverna”.


O meu comentário é simples: terem de gramar com o Saramago é bem pior do que gramar com uma cervejolas e uns chocolates. Espero que não tenham tirado as máquinas de chocolates para meter um Saramago, entre um toblerone e uma Caverna prefiro o primeiro.

Pensando bem a ideia até nem é má: o Saramago entre uma super bock e um pacote de batatas fritas...


CM

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