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24.9.03

Albertina e Albrech Dürer 

Tive oportunidade de ver a exposição da obra de Albrech Dürer na Albertina de Viena, agradeço muito a quem me sugeriu a visita como algo a não perder. A colecção desta galeria/museu de gravura (e alguma pintura) já de si é notável,
Albrecht Dürer (1475-1564), Michelangelo Buonarroti (1475-1564), Leonardo da Vinci (1452-1519), Peter Paul Rubens (1577-1640), Rembrandt Harmensz van Rijn (1606-1669), Gustav Klimt (1862-1918), Egon Schiele (1890-1918), Raphael (1483-1520), Marc Chagall (1887-1985) e Jackson Pollock (1912-1956) são apenas alguns dos nomes da colecção permanente da galeria.

Mas a exposição supera tudo, as pinturas e gravuras de Dürer, a relação com Maximilian, a viagem à Flandes, o encontro mal sucedido com Carlos V, tudo está muitíssimo bem documentado com documentos pictóricos e gráficos.
Estava eu a olhar para um quadro que me parecia familiar quando reparo que tinha uma inscrição em português na moldura: ena! um quadro do museu nacional de arte antiga. A cabeça de um velho. Olha é o S. Gerónimo com um crânio na mão! Espero que os austríacos o saibam guardar, e que não aconteça o mesmo que aconteceu ao saleiro do Cellini e às jóias da coroa portuguesa em Haia.



A exposição é mesmo a não perder. Viena, por detrás da Ópera, dentro do Ring, não há que enganar é na Albertina, soberbamente restaurada.

CM


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