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10.7.03

Liberalais: "PUU"! 

Disserta causa liberal sobre o meu "puu" à causa liberal o que tenho a dizer é uma opinião: "puu", totalmente arbitrária. Dito com a autoridade de quem se está nas tintas para o facto de me lerem ou não, aliás surpreende-me que o que eu escrevo aqui suscite comentários, até parece que me sou lido.
Explico mais à frente porque motivo percebi que até nem sou muito lido! É natural, acho as minhas opiniões particularmente desinteressantes para quem quer que seja que não eu próprio.

Se quiserem mais detalhes:
O causa liberal não sabe ler, se soubesse ler teria percebido que eu não sou pós-moderno, eu critico o pós-modernismo, a ironia é difícil de entender? É que as causas liberais nunca primam pela capacidade de análise, ou não seriam causas liberais. A maior ofensa que me podem fazer é chamarem-me pós-moderno, como dizia uma pessoa atenta e inteligente num email recebido ontem: "eu não uso classe", não me classifico, recuso-me.
Explico precisamente porque motivo acho as causas liberais pouco analíticas em posts antigos (15, 17,18 e 21 de Junho), nomeadamente em conversas com o Liberdade de Expressão. Assim se prova que não sou lido, passo a vida a criticar o pós-modernismo e agora vêm uns rapazes chamar-me pós-moderno! Era o que faltava, prefiro que me chamem AMSeabra!...
Ainda bem que não sou lido, mas pelos piores motivos: desatenção ou analfabetismo.

Não me apetece voltar ao tema, primeiro porque não dou protagonismo a causas liberais. Segundo: porque detesto chover no molhado e andar entretido a discutir virado para dentro da blogosfera, com um mundo tão belo lá fora.

CM

P.S. A verdadeira explicação para o "puu", para quem teve paciência de chegar aqui: além disso o liberalismo é-me ligeiramente repugnante devido às conotações freudianas do que aconteceu à minha família, algo conotada com o miguelismo, em 1833-5. A violência, o saque, a destruição e o arrivismo dos "liberais" apoiados pelo estrangeiro e pela maçonaria a desgraça da dinastia dos Braganças, a 1ª república e o Salazar, tudo piolheira do melhor ou da pior. Mas são remanescências vagas... daí o "puu".

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