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1.7.03

Lá vou de ter de ler o Livro do Mexia para tirar a limpo, por mim 

Afirma guerraepas, blogue ao qual ainda eu não tinho ido visitar, e que, numa rápida visita, acho demasiado preocupado em citar os blogues da gente "mediática e conhecida" pelo menos dos Blogues e não só (MEC o "génio", FJV, JPP, Nelson de Matos, "amigo aniceto-quarto do pulha", socio[B]logue, elogia o Mexia, enfim), mas que se pode libertar dessa necessidade tutelar e afirmar-se, pois a escrita não é má, tendo ideias próprias.
A crítica do Expresso é arrasadora, quando chegar a casa darei exemplos dos comentários que considero mais assassinos. Com argumentos provam-se teorias. É exactamente argumentos que peço ao guerraepas, não basta dizer:

O livro de Mexia (Elliot e outras...) é excelente porque a sua poesia é excelente. É seca, é afiada, é atenta. É uma poesia onde, felizmente, quem escreve se contém nos seus ímpetos mais primários e só deixa sair cá para fora depois de os fazer passar pelo seu alambique. Quase sem excepção, a grande poesia contém-se e não nos importuna. Pelo contrário, é oportuna. O crítico fica esclarecido? sic.

Não não fico esclarecido caro amigo guerraepas! Se quer criticar, dizer bem ou mal, tem de ir buscar a poesia e mostrar-nos o encantamento, tem que nos dar motivos para amar, odiar, ficar a meio, reflectir, dar pistas, relativizar, encaminhar ou fazer saltar para fora da carruagem. O que está escrito é mais uma boca infundamentada. Uma opinião. O que transparece pode ser confundido apenas com amizade, admiração acéfala, adulação...

Quando eu critico Bernardo Pinto de Almeida, vou buscar um poema deste autor, para fazer a tal crítica.


CM

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