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18.7.03

Horowitz, eu não me esqueço 

Sonata em si bemol D. 960, Improvisos D. 899, D 935, Rondo D. 951, Marchas militares D. 733, Momentos Musicais D 780.
O canto do cisne, a bela moleira, muitos outros lieder em que tocou ao piano com cantores sublimes.
Horowitz schubertiano, não pode ser esquecido. A sua relação tormentosa, neurótica, com a sonata em si bemol D. 960 é uma das relações mais apaixonantes da história da música. Tocando-a frequentemente em casa, raramente em concerto, tocava-a com uma paixão e uma intensidade que a crítica não revia em Schubert, considerado na época como compositor de segundo plano no piano, muito sensivel, mas pouco poderoso, ou intenso.
A gravação da DD não faz juz ao pianista, nem ao relato que se fez do recital em Nova Iorque ( talvez 1953?) em que Horowitz tocou esta sonata de forma diabólica. Mesmo assim, a gravação dos anos oitenta é notável. Falar de Schubert sem referir Horowitz é um exemplo de desleixo crítico. Fica aqui a referência ao mestre.

Maria João Pires, numa escala menor, também não pode ser esquecida.

CM

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