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1.7.03

Finalmente a poesia que Mexia 

Com duas vénias, uma ao autor Pedro Mexia que tem, pelo menos, uma coisa boa: é cesarmonteirista, outra ao Guerra e Pás que finalizou esta pequena troca de palpites críticos com a poesia do Mexia:

Dê sangue
mas não necessariamente
o seu.
dê por exemplo o sangue
sacrificado em vão,
o sangue do tédio,
o sangue
que faz falta,
dê sangue dos corpos
que se dão
porque alguém pede.


P.S.: Como tinha dito terei de ler mais do que Mexia escreveu. Junto um pedido de desculpas por me ter enganado no link do Guerra e Pás, já emendado entretanto.

CM

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