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22.6.03

Modus Vivendi 


No post mandei umas flores em encarnado a Modus vivendi. Vem hoje, de forma doce, este blogue dizer que é "rapariga modesta e que me rendo de forma devastada a determinadas escritas" sic. Minha querida, eu mando bocas em substância, não em género. Mas o facto de vos saber rapariga modesta que se rende deixa-me perplexo e rendido por meu turno. É belo render-nos a uma escrita. Recentemente descobri uma escritora nova e estou a seus pés. Foi essa rendição que me fez chorar amargamente a morte de José Cardoso Pires, uma tristeza amarga e quase egoísta de saber que não teria nada de novo para ler do escritor, fui ao funeral na esperança que ele se levantasse e acordasse, como tinha acordado antes da sua "morte branca", e nos desse mais alguns livros, mas José continuou a beber o seu whisky, a fumar o seu cigarro, bendito seja.

Voltemos à terra. É belo conhecer a rapaziada de "antes" e apreciar o seu retorno.
Mas a substância foi apanhada: o Mexia pode mexer há vontade no seu umbigo, aliás eu chamo ao seu novo blogue o Dicionário do umbigo, cada um escreve como quer, e ele escreve bem. O que eu acho lindo é dizer-se que está próximo de Deus.

Não sei porquê mas essa deificação do Mexia lembra-me o notável João César Monteiro e o seu divino coleccionador de pentelhos.
Gostava de saber ser um colecionador de pentelhos, mas não tenho a capacidade do João.


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