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6.6.03

Cito o público:

"Não aceito a guerra preventiva. Não aceito Guantanamo. Não aceito que os direitos humanos sejam sacrificados, quase até à sua anulação, em nome da segurança". Foi com estas críticas muito directas à política norte-americana que Diogo Freitas do Amaral iniciou o debate sobre "A Guerra", quarta-feira à noite, na Feira do Livro de Lisboa.

Vá lá, Freitas o professor comunista depois de ler a última crítica que escrevemos aqui sobre as sua contemporização com o crítico de moda José Manuel Fernandes caiu em si. Repare-se como o referente de apoio a Fidel Castro estava lá, subliminar. Comunista ortodoxo, como poucos, Freitas continuou o debate combatendo as posições americanas e defendendo as ideias da esquerda sobre este assunto.

O Sousa Tavares Filho elevou o debate ao nível do metafísico quando se fartou de rabujar contra o "fascismo americano" que "não deixa fumar a malta", o que é uma vergonha no entender do mais mal disposto comentador político do momento.

O crítico de moda lá estava, como sempre em todas as ocasiões em que Clara Ferreira Alves modera. O Nuno Rojão não faltou à chamada. O general multicanal Loureiro dos Santos não podia faltar. Também não faltou o Público com um artigo em que a principal estrela é o próprio director: o "Crítico de Moda", que apareceu num blaser mais para o escuro, camisa branca, a precisar de lavagem junto do colarinho, e um pouco de óleo Ausónia no cabelo. Mais detalhes em

Notícia do Público
Foi um debate e pêras, mais pêras, que eu fui para o bar do lado debater a questão dos paineis com uma amiga que, como se sabe, está resolvida. Esta ficou ambígua...

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