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28.5.03

Recuso-me ao banal.
Conheço aqui, nos blogs, pelo menos um blog criado por um artista do venal, do banal, do obsceno, um obcecado por sexo, por obscenidades rituais, quase que catárticas, não nego que tem alguma graça, mas é uma graça oriunda de uma profunda tristeza. Da sua demência, da sua incapacidade de se transcender pelo belo, indo ao horrendo como forma de afirmação. Divertido se não fosse trágico, é pelo lado trágico que eu olho estes desgraçados.

Não, recuso-me a citá-lo.

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