<$BlogRSDUrl$>

31.5.03

A métrica agora já parece bater (mais) certo, o resultado final: duvidoso, um soneto sobre tipos portugueses.

Título: o amigo do pato bravo!

Prostíbulo do espírito e razão,
Sede de vaidade em fato completo:
Vazio sorrindo, num esgar abjecto,
Fácil oferece apertos com a mão..

Vende-se em rádios e ecrãs: um sabão,
Seu palavreado, sem nexo, infecto...
Arauto de político correcto,
A sua ideologia em disrupção.

Vende ideiais e princípios, p'ra somar:
Votos, prebendas, cargos e dinheiro;
Recebe tudo mas sem nada amar:

Soma contas bancárias no estrangeiro.
Capaz de vender a alma e o pandeiro:
O povo continua nele a votar...

Crítico

(armado em crítico social e de costumes)

Arquivos

This page is powered by Blogger. Isn't yours?